Incentivo no Sucesso Matemático

A Revista Veja (19 de maio de 2010) em sua página dedicada à Educação trouxe a matéria “Meninos Prodígios” e nela relata a história de 3 jovens com talento extraordinário para a Matemática. Todos cursam mestrado em Matemática, mas com um diferencial: não foram graduados, ou seja, saíram do Ensino Médio direto para o mestrado. Por que? Se destacaram e espantaram o IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) com seus talentos para os cálculos.
Lendo a reportagem percebi claramente que o diferencial desses jovens está pautado em duas palavras [incentivo e estímulo], vejam só:
1) Incentivo por parte da escola:
Recrutados pelo Impa em olimpíadas dedicadas à disciplina, nas quais colecionaram medalhas, esses estudantes compõem um caso emblemático de como rastrear e lapidar talentos bem cedo pode trazer resultados excepcionais. Com todos os estímulos necessários, eles não apenas potencializaram suas aptidões como se conectaram a alguns dos melhores polos de pesquisa do mundo – algo decisivo para sua carreira.
2) Incentivo por parte da família:
A história dos jovens prodígios do Impa reforça ainda a ideia de como um ambiente favorável ao aprendizado pode ser decisivo. Em casa, todos eles receberam incentivos para que o gosto pelas equações se perpetuasse.
#FicaDica
É importante que a escola ao realizar as olimpíadas, no caso a de Matemática, não só aplique as questões e divulgue os resultados. Acima desses números está a possibilidade de utilizar as atividades dispostas nas provas, bem como os conteúdos de maior dificuldade por parte dos estudantes. Esclarecer de maneira bem objetiva o por que da escola está participando da olimpíada e quais os benefícios que o estudante pode ter participando dela.
Que a presença da família é necessária, nós já sabemos, e aqui foi demonstrado de maneira positiva quando ela é atuante. É difícil para nós professores e para a escola, quando há discordância de ideias, um apresentado na escola e outro defendido em casa. Para isso, percebemos o empenho de várias escolas do Estado em incluir as famílias, reestabelecer a conexão estudante-escola-família-escola.
Mas quando o incentivo familiar não acontece? O que nós podemos fazer? Será que o incentivo da escola bastaria para que os jovens citados alcançassem o sucesso?
Leia a matéria na íntegra: Revista Veja – Meninos Prodígios

30. jun, 2010 





























































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